O cuidar com o olhar de quem vê.

Desconstrução

As linhas vermelhas. Um resumo do puzzle...

Poderíamos suavizar esta parte. Poderíamos fazer só perguntas. Contudo, optamos por ser directos.

Como vemos o mundo? Quantas questões traz o nosso olhar?

Vemos um mundo a ser governado por uma oligarquia de corporações ou famílias. Vemos a liberdade oficializada pelas instituições centrais, que a apelidam de democracia, como sendo uma ilusão.

Vemos esse ilusionismo sustentar a quase totalidade da grelha televisiva e outros canais equivalentes. Percepcionamos que nos são incutidas diversas narrativas que são falsas bandeiras ou falsas causas, meios para conduzir as massas ao sabor de interesses calculados.

A expressão ‘globalismo’ vem representar uma modernização do termo ‘imperialismo’, correspondente a um fenómeno que acompanha a história da humanidade e que vai vestindo diferentes roupas ao longo dos tempos – a centralização do poder. A qual tem-se apresentado de modo cada vez mais refinado e dissimulado, até ter ao serviço a matriz tecnológica. Testemunhamos a transição digital, rumo a uma hipervigilância, indústria de dados pessoais, operações por comando remoto, alienação virtual, substituição do corpo e do cérebro humano, com consequências para a saúde, a vários níveis.

Com um avanço no requinte e na tecnologia de controle, ditaduras vão sendo substituídas por totalitarismo. Algo mais amplo e socialmente aceite.

No topo da pirâmide, instalou-se há muito tempo o pequeno grupo que gere os monopólios, sendo os políticos apenas ferramentas de assessoria, tal como os media e diversos empresários de nome. A investigação dita científica e ao mesmo tempo subsidiada, cumpre parâmetros, segue critérios, protocolos e resultados exigidos em troca de fundos, prosseguindo para os canais que a tornam mediática. O eixo universitário está completamente tomado. A campanha climática é a que levanta mais financiamento. Por sua vez, a ciência independente gera conclusões inconvenientes, sendo travada, escondida ou mesmo apagada.

A História surge como um conjunto de criações entre as quais são escolhidas as que melhor servem os objectivos. Modelos e Teorias “valem o que valem”, se andarmos atentos às pontas soltas e escutarmos a nossa voz interior, o nosso discernimento, silenciando o ruído de fora.

A educação, desde a mais precoce ao ensino superior, segue currículos talhados em função de agendas de doutrinação e desempoderamento. A escola é usada para vender ideias. Por sua vez, a espiritualidade ou transcendência do físico, foi encapsulada em facções, dogmas e personagens, desvirtuando e chegando impura. Ao ser instrumentalizada, dificultou-se o acesso à espiritualidade integral, libertadora. Por ser inconveniente a tentativas de domesticação. A consciência expandida, elevada, nutre seres confiantes, que se governam internamente, auto-regulam-se, em clareza e maior paz interior. Com uma visão amplificada, temem menos a morte, o castigo e a impureza, sem excessos de culpa. Seres com este poder interno são asas de força e autonomia, são um perigo para a cultura imperialista ou governativa.

As poucas verdades que são misturadas vão dando algum chão ao processo de programação, criando pontes. Todas as propagandas vêm como uma pílula dourada idêntica, revestidas do açúcar que são os “valores e princípios”. O sensacionalismo ‘mimimi’ promove relações indevidas entre estes ‘princípios’ e ‘entidades/eventos’ como se os primeiros dependessem de algo externo ou de políticas. Só que valores como a liberdade, o altruísmo, o respeito, a paz, o amor, entre outros, existem por si, são intrínsecos à Consciência Suprema, referências universais. Há pilares que se bastam a si mesmos e vivem no meio de nós, em quem ressoar com estes e os souber praticar conscientemente. Existem e sempre existirão, não precisamos colar-lhes política.

A cultura, a arte, sempre foram meios de influência, inteligentemente usadas para moldar ideais em massa. Muitos dos que se consideram activistas ou irreverentes, estão precisamente a cair na ratoeira do condicionamento, quando entregam a sua bússola. Na sociedade em que vivemos, a irreverência tem mais a ver com alicerces, com referenciais que indicam o Norte, do que com a ausência destes.

Em suma, não se olha a meios para atingir fins, instrumentalizando, corrompendo, influenciando.

Lei orgânica vs lei comercial

Pessoas em boa fé não precisam de leis que lhes digam para agir com responsabilidade. Pessoas mal intencionadas encontram maneira de ajustar as leis.

O espaço saudável sempre existiu em paralelo com o doente. Sempre houve luz e sombra. E o mundo sempre teve janelas e clareiras.

Se assim não fosse, nem faria sentido o conceito da Lei Natural (ou Lei da Terra). Talvez pudesse chamar-se Lei Ancestral ou Original, também…

Para a maioria, que não sabe do que se trata esta base de princípios fundamentais, ou para aqueles que a julgam fraca por só conhecerem a teoria pela rama e não a prática, pode ser útil dizer que as leis que nos ensinaram a praticar de pequeninos, não são mais que estatutos internos corporativos. Por isso mesmo, compõem os códigos da designada Lei Comercial ou Lei Marítima. (Identificam a relação entre Mar e Comércio? Também é tudo menos nova.)

A maioria da população foi privada da Originalidade, sendo convencida de que somos todos maus e precisamos que nos governem. Que nos mastiguem informação. Que nos protejam de outros humanos. Será que somos malucos por natureza ou há quem faça por levar-nos para esse estado, em que perdemos o centro?

Dividir para reinar é, paralelamente, receita dos tempos antigos.

Disseram-nos que os Estados, os Ministérios, as diferentes categorias da Polícia, as Autoridades disto e daquilo, são empresas declaradamente registadas como tal? Não ensinam isto na escola mas ao contrário de muitas informações censuradas, os respectivos dados empresariais, como NIFs e outros, até são fáceis de aceder com pesquisas na internet.

Quem criou as ditas leis que são reclamadas como se fossem desígnios divinos?

Quanto ao Direito Natural e outras abordagens mais autonomizantes que coercivas, são expostas e recomendadas por aí como é o Direito Comercial? Sabemos, pelas vias convencionais, que há um conjunto de procedimentos aplicáveis que nos retira do jogo legislativo em que somos considerados mercadoria? Porque é que umas cartas são lançadas sobre a mesa e outras não? Porque é que não está nos currículos do ensino básico? Porque é que criaram figuras como as do advogado e supostas autoridades, às quais se delega soberania?

Limites são necessários dentro e fora de cada um, perante a diversidade dos caminhos individuais. Porém, há entidades que se isentam de limites na imposição destes ao outro. Não só porque não os cumprem, como se alongam infinitamente na invenção de decretos. A isso chama-se “abuso de poder”. Sendo este cada vez maior, mais moderno, sofisticado e camuflado. Em uniões, alianças. E partidos e guerras feitos para baralhar.

Mas há um outro mundo bem velho e Uno que funciona e floresce. Tão antigo, tão antigo, que muitos nunca o conheceram. Por isso achando que temos de construir algo novo. Não inventemos Saúde em terras onde esta vem Sábia por Natureza. Apenas salvemos o que é puro, limpo, simples e arquetípico.

Mas qual o propósito da manipulação?

Em qualquer lugar ou nível socioeconómico, há pessoas que desejam ter a realidade à sua volta muito controlada, prevista, planeada. Este é um comportamento bastante comum, na verdade. Com diferentes graus de intensidade. Quando ocorre ao nível da perturbação, poderemos apontar para questões internas mal resolvidas, inseguranças, chegando eventualmente a extremos de psicopatias, sociopatias, cuja origem não é consensual. Algumas mentes com falta de saúde, ganharam um grande poder e têm a possibilidade de concretizar o seu desequilíbrio num nível megalómano, tentando controlar a população a nível mundial. Afinal de contas, há quanto tempo existem imperadores e impérios? Monopólios?

Quais são as necessidades do foro emocional, mental, psíquico, que levam a disputas de espaço e poder? O que é que coloca o cérebro em modo primitivo, numa procura de sobreposição que tange a lei da selva? – Se não comes, és comido. Disciplinas relacionadas com a interpretação do comportamento humano, como a psicologia, têm respostas. Na secção “evoluindo”, do nosso menu principal, trazemos uma degustação de raízes comportamentais mas o tema é mais extensível ou detalhável.

Transversalmente, há um vazio interno que os indivíduos descompensados tentam preencher, com energia externa. Como é que se extrai esse suposto alimento? Por domínio sobre. Ou seja, debilitando o outro, retirando-lhe força. Por isso, através de falsas causas, há quem procure tornar o ser humano progressivamente menos humano, desenraizado, enfraquecido, mais vulnerável fisicamente, emocionalmente, mentalmente. As narrativas propagandeadas, o medo, a culpa, bem como o abafar da cura para várias enfermidades ou distúrbios, vêm neste sentido. Na verdade, o mundo é muito mais saudável do que aquilo que nos vendem. Existe regeneração para boa parte do que nos dizem não ter solução. Muito do que se diz crónico, é perfeitamente resolvível.

Vulnerabilizar permite sorver do âmago, agarrar o néctar da alma quando não se consegue aceder à sua. Se escorregarmos num quotidiano de pressa e superficialidade, no conforto do facilitismo ou do instantâneo, no excesso que desorganiza, então perdemos o centro e doamos a vitalidade real. Somos caçados, somos presas. Perante aqueles que se confundem acerca da verdadeira origem do poder e o buscam de forma equivocada fora de si. Para que o meio envolvente seja nutritivo, precisamos assimilá-lo numa atitude de presença e elevação de consciência. Um psicopata é dominado pela tendência de ingerir, de consumir o ambiente, porque ao orientar a energia no sentido descendente, contrário ao da sublimação, esta “cai em saco roto” e não sacia.

Se abraçarmos a confusão em que tudo passa a ser normal, se nos entregarmos à completa permeabilidade, se ficarmos indefinidos, confusos, sem cultura ou identidade, ficamos voláteis. Qualquer direcção em que nos queiram levar, passa a ser válida. Se não resgatamos a acção orgânica, nem as fundações estruturais originais, nem a profundidade do essencial, na sabedoria da ancestralidade, ficamos mais doentes e alienados. Deixamos de ser homens e mulheres, organismos vivos, para nos tornarmos mecanismos estéreis. Produtos automáticos tornam-se recursos produtivos para a indústria. Nessas condições, esta não nos serve a nós, pelo contrário, nós servimo-la.

Integrada nisto, vem a tentativa de controlar a expansão qualitativa e quantitativa da população, enfraquecendo e reduzindo as massas, em número e em desenvolvimento interior. Ou seja, há eventos ou fenómenos que acontecem e cuja raiz mediatizada é uma, quando na verdade, existem inúmeros testemunhos e evidências a apontar outra(s). Temos o exemplo de certas doenças, de guerras, de grupos terroristas ou extremistas, os quais não teriam expressão se não fossem alimentados pelas alianças governativas mundialmente mais salientes. Quantas vezes as aparentes vítimas estão na origem dos ataques, com estratégias de dissimulação, previamente delineadas para servir agendas mais amplas.

Podemos trazer inúmeros exemplos de fraudes ou falsas causas que contribuem para o totalitarismo empreendido. Várias são até anunciadas de modo claro, como é o caso de informações divulgadas pelo Fórum Económico Mundial. Um dos seus slogans diz simplesmente isto: “Não terás nada e serás feliz.” Depois contam-nos uma história floreada em torno do assunto, para que se torne socialmente aceite. Só que a prática do desapego, em consciência, não nos deixa à mercê e na dependência de alguém que toma posse. Largar o apego não significa ficar sem nada mas sim que nada deve possuir-nos, que não se vive em função de.

Estas e outras narrativas podem ser consultadas e dissecadas mais à frente ou noutra página do nosso site, onde facilitamos o acesso a fontes de informação independentes e credíveis que vão sendo, muitas delas, cobertas pelos véus da censura e da descredibilização.

Com pedras se constrói. Erguemos miradouros com vistas preciosas.

Terminado este resumo sobre algo que parece negro, podemos passar ao que é luminoso. Apesar do pragmatismo e de alguns termos usados, não andamos por aí a condenar qualquer pessoa que nos pareça um escravo distraído ou inconsciente. Não sentimos um incómodo esmagador, mais poderoso que a nossa paz. A visão pode ser integrada e preservar o amor incondicional pelo próximo, em descontracção. O colectivo universal é feito de diversidade complementar e com o tempo, as linhas tortas mostram que o caminho tem sempre um propósito de crescimento e um destino de resolução e Verdade profunda. Esteja esta crua ou cozinhada.

Nada disto é necessariamente trazido com zanga ou significa ser do contra. É possível estar pacificado com esta realidade. Em sabedoria, sendo positivo, tendo a noção de que o bem-estar de cada um não está dependente de uma transformação global. Podemos, em vez de ambicionar derrubar sistemas, fazer por alimentar a coexistência de alternativas, dar-lhes espaço, liberdade, torná-las consistentes e sustentadas em movimentos construtivos de pessoas que vão agregando, em quantidade e qualidade.

Façamos por encontrar soluções, por abraçar com ânimo os desafios e entender os seus propósitos. Façamos por trazer enriquecimento pelo exemplo, por salvar a pureza do que é ancestral e não alterado pela indústria e pelos media. Façamos por retirar as obstruções e as amarras do que nos é oferecido e jamais deveria ser privatizado, taxado ou escondido. Positivos e com o alento de uma alegria calma, mais profunda do que vistosa, construamos a realidade, com a certeza que o espelho de cada um traz a sua.

As máscaras vão caindo. As pessoas vão sentindo os abanões, reagindo, ganhando motivação para concretizarem mudanças pessoais, saindo de zonas de conforto ou da invisibilidade dos ângulos mortos. Tantos dos que antes não estavam atentos, notaram algo de estranho ou exagerado perante os últimos acontecimentos e passaram a questionar. O pensamento autónomo, os olhares afiados aumentam progressivamente e unem-se, mesmo com as disrupções inerentes aos desafios dos grupos. Tenhamos a sensatez, a maturidade para caminhar ao ritmo que nos é oferecido, sem ansiedade, saboreando a viagem com quem nos acompanha. Gratos pelo que crescemos e pelo que vemos crescer à nossa volta. Gratos pela Natureza, que nos acolhe e ensina, incondicionalmente.

Façamos por reduzir níveis de expectativa, sobre os resultados materializados das nossas acções, na consciência de que Sou algo maior, além destes. Os frutos são vibracionais e servem planos amplificados. O Eu Superior de cada um, o verdadeiro e sabiamente recatado, não se maquilha com resultados directos ou patenteados.

Não esperamos que acreditem no que aqui leem. Cada um deve fazer a sua escuta interna, uma observação distanciada, a própria síntese e, se necessitar, a sua pesquisa racional. Tentamos contribuir para o último ponto, diante de uma censura que desafia. Pelo que dançamos com vias de comunicação independentes. Umas vão sendo apagadas, outras renascem.

“Tentaram enterrar-nos. Não sabiam que éramos sementes.” – provérbio com origem incerta

Algumas metas do globalismo institucional

a – Pontuação de crédito social / hipervigilância – através da transição digital – virtualização das actividades (*)

b – Great reset da economia global – moeda digital do banco central substitui moedas nacionais e dinheiro físico (*)

c – Biotecnologia para o transumanismo – desaparecimento da fronteira homem x máquina, numa convergência para a transformação da condição humana (*)

d – “Cidades de 15 minutos” / sistema de crédito de carbono (*)

e – Redução populacional

f – Extinção da propriedade privada em benefício de grupos centrais (*)

g – I.A. – Inteligência Artificial

h – Radiação electromagnética artificial – suporte da tecnologia de controle – 4G, 5G, 6G, etc. (*)

i – Cultura farmacêutica/alopática

j – Medicina da doença – condicionamento da saúde, de curas e das medicinas naturais ancestrais

k – Perturbação da identidade de género: extinção da natureza polar – ambiguação – normalização da pedofilia (*)

l – Tráfico humano (*)

m – Educação condicionadora, modulante

n – Processamento alimentar pró-artificial

– Et cetera.

a* e b* – O sistema de crédito social existe na China há vários anos e a sua aplicação amplificada combina com a extinção de dinheiro físico e passagem para moeda central digital. A possibilidade de controlar comportamentos remotamente é a base de uma dinâmica de penalizações vs recompensas. Especialistas em segurança informática, como é o caso de Edward Snowden e mais recentemente, John McAfee, lançaram alertas sobre o caminho que tem sido trilhado ao nível do rastreio populacional e de como este cria um cenário em que, a qualquer momento, contas podem ser congeladas ou esvaziadas, por assalto informático, como represália. O sistema de crédito é a oficialização da monitorização e dos seus objectivos.

c* – A biotecnologia transumana conta com várias concretizações preconizadoras, de entre as quais, a já implementada disseminação de chips em animais. A experiência social testou e semeou habituação e aceitação. Em alguns países e empresas, os chips subcutâneos já são aplicados em pessoas – ou seja lá aquilo em que elas estão a tornar-se – por razões que nada têm a ver com saúde.

As alíneas a, b, c são especialmente representativas e, por isso, os respectivos temas vêm desenvolvidos mais abaixo.

d* – A “cidade dos 15 minutos” é um conceito de urbanismo que coloca a maioria das necessidades materiais quotidianas num espaço físico limitado. Os recursos que permitem satisfazê-las ficam a uma distância, de casa, igual ou inferior a 15 minutos a pé. A ideia já está a ser aplicada em alguns locais, como bairros de Paris e Portland. Só ainda não foi exposta a sua ligação com o sistema de crédito social… Mas talvez possamos recordar a experiência comportamental mundial, iniciada em 2020, no que respeita a restrições de circulação. Desta vez, a história gira em torno da propaganda climática.

f* – Sobre a subtracção de propriedade privada, podemos ter um vislumbre através do slogan oficial do Fórum Económico Mundial: “Não terás nada e serás feliz” – implementação do sistema de aluguer. Clica neste artigo. Se interessar outro ângulo de visão, complementar, podes abrir esta segunda análise.

h* – Nas questões inerentes à Radiação Artificial, tem sido verificado que o estado etérico, emocional, mental e espiritual influenciam o impacto que esta variante da radiação electromagnética tem sobre o nosso físico. Isto significa que quanto mais harmonizados estivermos, maior a imunidade. Ainda assim, podemos questionar-nos sobre o porquê de haver um negacionismo corporativo relativo a milhares de estudos científicos que apontam uma diversidade de danos. Tal como podemos questionar sobre os motivos de a população não ser claramente informada sobre as diferenças de comportamento entre ondas naturais e ondas artificiais. Mais: porque é que nos vendem “velocidade” como a luz dos nossos dias, quando os pequenos dispositivos pessoais pouco ou nada beneficiam da 5G? Sendo esta uma tecnologia que vem servir sistemas com dimensões, alcances, volume de dados muito diferentes. A 5G é o suporte da tecnologia digital em larga escala, com a respectiva hipervigilância e operações de comando à distância. Esta não veio servir os telemóveis. Mas não deixa de ser curioso a 4G, que funcionava bem, ter passado a funcionar menos bem. O que é que está a ser feito, para além de transformarem bairros e natureza em cenários industriais, ao implantarem antenas por todo o lado, que alteram friamente a estética da paisagem?

k* – A fabulação em torno da identidade de género vem desconstruída mais abaixo, na lista de narrativas questionáveis.

l* – O tráfico humano, sobretudo de crianças, traz associadas práticas potencialmente chocantes, além das convencionalmente conhecidas, já por si indigestas. Optamos por manter essa informação fora dos conteúdos públicos do site.

Reset da economia e Rendimento Básico Universal

Tópicos: Rendimento Básico Universal (UBI – universal basic income) / Moeda digital do banco central com retirada do dinheiro físico (sistema sem dinheiro vivo) / Identidade digital e cartões passaporte electrónicos (digital ID) / Hipervigilância – monitorização (24h x 7dias)

Passamos a descrever os moldes da agenda prevista para o uso do dinheiro e respectivas dinâmicas de troca.

O aumento de preços e a instalação, sempre intencional, de crises económicas é um dos meios que permite debilitar a população e implementar medidas de controlo.

O Universal Basic Income ou Rendimento Básico Universal é uma das medidas visadas. Este UBI será apresentado como uma ajuda internacional mas na verdade, será um elemento para condicionar os indivíduos e o seu dinheiro. Assim como já acontece com tantos subsídios que nada mais são do que formas de comprar comportamentos, funcionando como moeda de troca.

Veja-se um exemplo de como as instituições são agências do governo central e como comunicam habilmente. A HSBC – influente organização bancária e de serviços financeiros – colocou outdoors (placards de rua), no Reino Unido, com o seguinte anúncio: “Quando um abusador controla as tuas finanças, controla a ti.” Mais: “O abuso económico ocorre em 95% das situações de abuso doméstico. Todas as nossas agências são espaços seguros. Fale connosco se precisar de ajuda.”

O anúncio fala de relações, usando linguagem de programação preditiva (predictive programming) – habituação a uma ideia para que seja aceite mais tarde. É exposta a mesma situação em que estará aquele que tiver uma relação com o governo quando este trouxer a sua própria moeda digital – através dos bancos centrais – e o Rendimento Básico Universal. As entidades bancárias estão há anos a preparar-se e a reunir em Davos, Suíça. Para que moeda e rendimento sejam cada vez mais programáveis, controláveis.

Tudo isto é alimentado pelo Fórum Económico Mundial, às claras, o qual alega trazer assim as respostas para as desigualdades expostas pelo Covid-19. Aqui está um exemplo de falsas causas/bandeiras e dos meios orientados para atingir certos fins. Um deles, a hipervigilância para monitorização das pessoas e do uso de energias. Lembremos os contadores inteligentes e a designada ‘internet das coisas’, em que todos os aparelhos e electrodomésticos são supostamente inteligentes por estarem conectados via internet.

Trata-se tudo de “centralização”, só possível pela aclamada Transição Digital. A meta é o Sistema de Crédito Social, cujo modelo existe há anos na China, que controla e influencia comportamentos e escolhas. O Rendimento vai ser apresentado como algo generoso que é oferecido para segurança das pessoas, serão repetidas uma série de vantagens mas na verdade isto será a compra da liberdade, o abandono da independência, ao gerar uma dependência com o Estado. Além do Fórum Económico Mundial, as várias ONGs têm apresentado a propaganda de que biliões de pessoas vão deixar de trabalhar graças à automatização, aos robots. Gera-se assim uma relação de co-dependência.

Tudo é uma armadilha digital. Os smartphones; os códigos de barras; os passaportes electrónicos; os códigos QR que querem que passes nos scanners (leitores digitais) para entrares e saíres dos edifícios e em eventos “cashless society” (sociedade sem dinheiro); o UBI – Universal Basic Income (rendimento universal); etc. Tudo é para tornar-nos escravos digitais.

Elon Musk pretende mostrar que está do lado da população mas é quem está a investir na indústria da Inteligência Artificial, robotização, desenvolvimento de microchips que podem ser implementados no cérebro. Ele mesmo disse e foi filmado, em 2017: “Haverá cada vez menos trabalhos que os robots não possam fazer melhor. O que faremos com o desemprego massivo? Vai ser uma mudança social massiva. Eu penso que em última análise teremos de ter uma espécie de rendimento universal mínimo.”

Quando a tecnologia tornar as pessoas desempregadas, transformarão trabalhos em algo ilegal. O desenho é haver menos e menos postos de trabalho e o “empregador” passar a ser antes um subsidiário – o Estado. Quem estiver insatisfeito terá possibilidade de abandonar?

O assunto tem sido abordado publicamente em canais televisivos, fomentando a ideia de que o subsídio é a solução necessária para a crise e liberta quem o recebe. Acontece que as crises financeiras são auto-inflingidas e fabricadas, de X em X anos. Os economistas descondicionados são claros a afirmá-lo. A fórmula é antiga: gera-se o problema > cria-se reacção > oferece-se a solução. Quanto à alegada liberdade, seria honesto lembrar as contrapartidas de um financiamento – a dependência do financiador.

O auxiliado deverá cumprir directrizes que muitas vezes são suavemente apelidadas de ‘recomendações’ para se efectivarem em ‘coacções’. Haverá fichas digitais, um sistema de créditos, como a China tem há bastante tempo. Também nós já fomos agraciados com germinações, vejamos o exemplo das cartas de condução e respectivo sistema de pontos.

O Banco de Londres, entre outros, já disse que estão a gerar uma moeda digital do banco central, programável. Significando que o dinheiro digital pode ser dado e desenhado com regras embutidas, que constrangem o utilizador. Como expirar após uma data pré-estabelecida ou o uso ser restricto a um espectro de bens. Isto é ditar onde e como gastar. A quem será possível fazer queixa?

E se os financiamentos vierem todos do mesmo sítio? E se o governo mundial for centralizado? Que história é esta de Nova Ordem Mundial, que de tão velha, já muitos anteviram e finalmente começa a ser assumida publicamente, embora disfarçada com cobertura de açúcar? O que é a globalização? O que veio ela agilizar?

Uma história exemplificativa de como funciona a armadilha do rendimento garantido, vem dos EUA. Mas isto tem alastrado por todo o lado, pois faz parte da agenda. Palm Springs criou um rendimento básico piloto para residentes transgénero. Entretanto, a Câmara Municipal aprovou financiamento a organizações locais para desenvolverem um programa de rendimento universal para residentes transgénero e não-binários da Califórnia. Clica neste artigo.

Curiosamente, esta peça vem encaixar com a da propaganda “Ideologia de Género”. Será que na Califórnia, para obter dinheiro extra, basta dizer “Não me identifico nem como homem nem como mulher. Podes pagar-me, por favor.”? Como tantas experimentações sociais, também esta será avaliada, registada, para ver se as pessoas pendem com a intenção de receber. Esta é uma amostra de como é possível, através do subsídio universal, manipular e promover metas.

Atenção. Este é o cenário ambicionado, não significa que seja aquilo que irá acontecer a todas as pessoas, sobretudo às que estão atentas e informadas sobre linhas vermelhas. Há alternativas e a sobreposição de quem se diz ‘autoridade’ não é garantida como nos fazem crer. Para não cairmos nesse engodo da “impotência” e da “perda de poder” é que há redes como a nossa, de atitude expansiva, construtiva e internamente regeneradora.

Mudanças no uso do dinheiro

Tópicos: Sistema de transacções será diferente / Centralização das transferências por tecnologia blockchain / Controlo central, inexistência de anonimato e de dinheiro físico / Tudo será ainda mais vigiado, monitorizado, associado a penalizações e recompensas / Implementação vestida de emergência face a uma alegada crise económica / Exemplos práticos de restrições ou retribuições.

Em que consiste a reestruturação que está a ser conduzida pelos bancos centrais e Fórum Económico Mundial, ao nível da utilização do dinheiro?

O nome do novo sistema designa-se CBDC – Central Bank Digital Currency / Moeda Digital do Banco Central. Por vezes são usados outros nomes, como Smart Money/Dinheiro Inteligente. Este vai exigir que as pessoas, ao pretenderem comprar algo, o façam a partir de uma carteira virtual de dinheiro inteligente ou aplicação instalada. Esta comunica directamente com o Banco Central e o dinheiro é transaccionado da carteira digital do comprador para a carteira digital da empresa fornecedora do produto. A transferência ocorre instantaneamente no momento da compra, sendo registada e aprovada por um sistema informático centralizado, numa “blockchain” centralizada.

Blockchain consiste num programa de computador que regista informações que ganham carácter permanente, inalterável. Esse sistema central funciona continuamente e abarca centenas de transacções por segundo, processa todas as compras de milhões de carteiras digitais. Parece mais rápido e simples que o sistema anterior. A diferença pertinente é a centralização, ou seja, o sistema recebe informação de cada transferência ao nível da economia global.

Não serão as criptomoedas – que usam a mesma tecnologia – um estágio preliminar deste reset financeiro?

O comentador de Economia, José Gomes Ferreira, desde 2017 anda a alertar para o facto de os bancos centrais estarem a preparar o congelamento do dinheiro físico. Segundo ele, a medida é anti democrática, muito perigosa e vai contra os interesses da população. Perante uma crise construída (como todas são), a ideia que está em cima da mesa é um congelamento global de bens, incluindo o impedimento de levantamento de papel-moeda. As pessoas ficarão dependentes do dinheiro virtual dos bancos. Perante a derrocada do mercado, virá aquilo a que já habituaram o povo, um plano de emergência. Perante anúncio de que os bancos estão em insolvência, eis a salvação central: a injecção acelerada de dinheiro digital, a ser recebido pelos clientes dos bancos comerciais, em troca do dinheiro que ficou indisponível. A solução será propagandeada como recuperadora da economia.

Quem planeou esta mudança deixou claro que, na sua perspectiva, seria útil recorrer a algoritmos de inteligência artificial, em tempo real, para bloquear certas transacções. Isso permite que a carteira digital apenas funcione se o indivíduo cumprir certos parâmetros.

O cenário significa que num confinamento, se quiserem impedir a mobilidade, podem limitar o funcionamento da carteira consoante a distância a que se está de casa. Tendo sido extinto o dinheiro vivo, a alternativa ligada ao Estado será qual?

Também será possível recompensar as pessoas se aderirem às recomendações ou propostas. O Estado poderá pagar em bónus a quem instale a aplicação centralizada e a quem troque os seus fundos pela nova moeda. Afinal de contas, muitos estarão a precisar de dinheiro urgente. Lembremos, também, o que já aconteceu com as injecções promovidas durante uma alegada pandemia, respectivas recompensas e penalizações.

Como já acontece com outras transições, os recursos indesejados serão progressivamente retirados de circulação, eventualmente com um prazo. O facilitismo seduzirá muitos utilizadores.

Abaixo seguem mais alguns exemplos do que será possível dinamizar com a ferramenta da moeda central virtual.

# A narrativa em torno das alterações climáticas vs CO2 – cientificamente insustentada e desconstruída por diversos especialistas independentes – será “óptima” para restringir o uso de combustíveis que já não são interessantes para a indústria em comparação com os milhões gerados pela chamada tecnologia verde. Claro que não será esta a explicação mediatizada mas sim algo a ver com a salvação do planeta. As carteiras inteligentes programáveis poderão limitar pagamentos se ultrapassado o consumo de uma dada quantia de litros mensais.

# Sendo que está a decorrer o processo de implementação de um Tratado Pandémico internacional, com decretos que servem para alegar legitimidade de medidas mais restrictivas, podemos antever o que aí vem – novos pandemónios. Se desejarem restringir os horários em que as pessoas consomem bens e serviços, basta programarem a carteira digital, assim como se quiserem condicioná-las a comprar apenas bens essenciais.

# Como já foi feito, às pessoas que optarem por não injectar certas substâncias, poderão ser aplicados condicionamentos de consumo. Sejam respeitantes a distâncias nas deslocações, horários de compras, categoria de bens consumidos, entrada em estabelecimentos, viagens, etc. Bastam uns bloqueios na carteira virtual. Lembram-se dos restaurantes, eventos e transportes que exigiram os certificados digitais durante regimes sanitários, no início da década 2020?

# Num outro cenário, se quiserem acelerar o nível de consumo da população, justificando que é para o bem do crescimento económico, poderão colocar uma data de validade depois da qual o dinheiro ficará inactivo (desaparece).

# Conhecem as restrições que têm tentado impor à produção caseira de produtos de consumo alimentar, entre outros, fora das empresas registadas (aprovadas pelo governo)? Pois bem, a coacção será expandida com a possibilidade de limitar carteiras digitais mediante compra de sementes e outros produtos agrícolas a produtores não registados, por exemplo.

# As alterações climáticas também servirão bem os propósitos de dissuasão em relação a certas compras e apoio a outras, favorecendo as indústrias mais convenientes. Alegados problemas de saúde na população, idem. Tal como o policiamento entre as pessoas terá forma de ser recompensado, em caso de denúncias remuneradas.

Concluindo:

O que será proposto em termos de transição, com o reset financeiro, não é dinheiro, é um sistema de controlo social ensaiado e implementado na China há muitos anos – Sistema de Crédito Social. Podemos ter um vislumbre no já criado sistema de pontos das cartas de condução.

É importante conhecermos as linhas que não queremos pisar, para encontrarmos alternativas, contornando certas transições enquanto construímos outras.

Transumanismo (transhumanism)

Yuval Noah Harari, intitulado pelo Fórum Económico Mundial como historiador, filósofo e autor de best-sellers, foi oficialmente designado pela mesma entidade como “agenda contributor” – colaborador da agenda. O palestrante tem disseminado uma perspectiva de futuro que resumiu num curtíssimo vídeo para a Radio 4, da BBC e cuja transcrição segue abaixo.

Desta forma, pretende-se deixar aqui a brevíssima introdução, apenas a semente, de um conceito cuja concretização é uma das principais metas dos globalistas – “Transumanismo”. Do que se trata? Do abandono da condição humana para ser transformada em máquina ou condição artificial. Este intento tem muito mais para expor e dissecar, sendo que já está em curso e existem tantas evidências do seu avanço. Nem sequer é um assunto escondido.

As imagens que acompanham a locução do mencionado vídeo, ilustram uma transição do orgânico para o inorgânico. Mostram-nos cenários densamente tecnológicos e viagens espaciais promissoras, assim como explicações baseadas em teorias evolutivas que já foram amplamente questionadas e desmontadas por parte da população científica e restante. Tal como o foi a conquista do espaço, vista por tantos como mais uma fraude, cuja exposição apresenta erros e incongruências.

Note-se, no guião do filme, o recurso a alarmismos, promessas e, para tantos questionadores, falácias. No intuito de cativar o espectador ou público desprevenido para o caminho pretendido. Mais uma vez, cozinha-se a partir da receita padrão. Cria-se um problema preocupante para vender um rumo trajado de solução. Será manipulação? Programação neurolinguística ou preditiva?

Transcrição do conteúdo audiovisual:

Todas as grandes mudanças assustam as pessoas. Possivelmente somos uma das últimas gerações de homo sapiens. Dentro de um século ou dois vamos destruir-nos a nós mesmos ou, muito mais provável, é que usemos a tecnologia para nos aprimorarmos em algo diferente.

Estamos diante da transformação das regras mais básicas do jogo da vida. Durante 4 mil milhões de anos de evolução, a vida evoluiu por selecção natural e limitou-se ao reino orgânico. Não importa se eras uma amiba ou um dinossauro ou um homo sapiens. És feito de compostos orgânicos.

A vida vai evoluir mediante um desenho inteligente e romperá do reino orgânico para o inorgânico, com a criação das primeiras formas de vida inorgânica. Continuarão a existir entidades de seres no planeta Terra mas eles serão, provavelmente, muito mais diferentes de nós do que nós somos em relação aos neandertals ou aos chimpanzés.

É uma mudança de jogo completa. Isto também vai permitir, pela primeira vez, romper para fora do planeta Terra. É quase impossível sustentar a vida humana ou a vida orgânica em geral, no Espaço sideral ou noutros planetas. Mas uma vez feita a transição do orgânico para o inorgânico, não haverá problema em sustentar Inteligência Artificial.

Então, se pensares no Star Treck, na Guerra das Estrelas e tudo isso, eles ainda retratam pessoas como nós, a voar em naves espaciais à velocidade da luz. O que ali falta e que será realmente diferente, não são as naves espaciais, serão os seres que voam dentro destas. Não serão algo como nós. Serão qualquer coisa muito diferente.

É evolutivo mas não é a evolução por selecção natural, é a evolução por desenho inteligente.

Vídeo: The future of humanity – BBC (clica)

… … … …

O que acontece dentro de vós perante este guião?

Pois bem, como muitos saberão e outros nem tanto, além dos avanços conhecidos no âmbito dos microchips subcutâneos, já implementados em diferentes países e cá, nos animais, existem outros projectos que apontam para uma cada vez maior artificialização daquilo que ainda podemos designar de seres vivos.

Mais vídeos têm sido realizados no sentido de prepararem a nossa mente para acolher ideias futuristas, coladas à imagem de que o progresso tecnológico nos tornará menos efémeros ou vulneráveis. Com eles chegam-nos ideais ou protótipos de empresas que criam úteros artificiais para gestar bebés reais. Como de outras que desenvolvem transplantes de cabeça através de robótica avançada e inteligência artificial (IA), em vez de cirurgiões. Recorrendo à junção do corpo de alguém que sofreu morte cerebral.

Informação acessível se clicares em brainbridge e em artificial womb

Bizarro ou nem por isso?

A biotecnologia tem apostado cada vez mais no desenvolvimento de próteses. Quais serão os limites?

Podemos existir só através dos pensamentos ou de cérebro? Hoje em dia vemos jovens e adultos a serem quase apenas virtuais. A existência que se manifesta ou comunica através do corpo, quase desaparece, em muitos casos. No entanto, a interacção corporal é que nos permite experimentar, envolver na realidade, integrando-a vivencialmente.

A biotecnologia traz a bandeira de transpor vulnerabilidades humanas através de uma mistura ou substituição cada vez maior do natural pelo artificial. Andamos à procura de seres perfeitos? Trarão as máquinas a perfeição? Implica esta sermos menos corpo? Sermos menos vulneráveis será bom? Não passaremos a ser robots? Onde fica a compaixão, sem a fragilidade? Onde ficam as emoções, inteligência emocional e força que vem com elas, se não houver vulnerabilidade? Desaparecem, também?

O significado espiritual, emocional e energético da doença, onde fica? Quando esta é um espelho do que se passa dentro de nós, é o alarme quando não fomos capazes de dar atenção ou resposta aos nossos conflictos internos, insatisfações, bloqueios. A ciência já fez o mapeamento necessário para conseguirmos usar a psicossomática ou a sintomatologia como bússola orientadora.

No que respeita à digestão das diferentes manifestações da informação, se pensarmos que a memória é humana, que a mente é selectiva, que as aprendizagens têm ritmos e processos diferenciados, podemos dizer que o que guardamos, esquecemos ou aprendemos traz individualidade, processos evolutivos de expansão de consciência, integrações transformadoras, propósitos que transcendem a matéria. Um computador apenas regista e não esquece, não tem impulsos internos, é programado, constituindo um mecanismo – algo estanque, inerte – aquém da riqueza intrínseca de um organismo – adaptativo, vivo – num caminho de crescimento pessoal.

Cada vez há mais manipulações genéticas, Inteligência Artificial, robots ou dispositivos na área da educação. Alguns são colocados em torno da cabeça, para detectarem níveis de concentração e motivação, por exemplo. O que é isto? Queremos caminhar para o ser perfeito? É isto o ser perfeito? Ou a indústria vende como tal, para justificar meios de controle ou desumanização?

A neuralink tem feito propaganda e desenvolvido projectos no sentido de fundir cérebros com máquinas. O que vai de encontro a um outro conceito actualmente difundido: o Avatar. Este consiste numa imagem electrónica que representa uma pessoa e pode ser manipulada por um usuário de computador. A informação cerebral é transferida para o Avatar e inutiliza-se o corpo físico. É realmente possível existir-se sem corpo, sendo apenas informação?

Ao longo dos tempos, tem-se criado uma dimensão paralela, cada vez mais virtual. O lugar do computador foi mudando, até chegar ao bolso e agora ao cérebro, em formato de chip. Os computadores estavam fora de nós e agora passam para dentro.

Biologia + computorização + dados = H.H.H. = Hackeamento (assalto) de Habilidades Humanas

Quem sabe mais, hoje em dia, sobre nós mesmos? Ou pretende saber. Nós ou entidades externas?

Narrativas questionáveis - exemplos

1 – Alterações climáticas como obra da população humana e derivadas do CO2 (*)

2 – Colesterol

3 – Pandemias e vírus

4 – Vacinas (*)

5 Cancro – causas; o que é; como evolui e/ou desaparece (*)

6 Guerras X, Y , Z (recorde-se o famoso denunciante Julian Assange)

7 Terrorismo armado; terrorismo informático

8 Sobrelotação de humanos na Terra e escassez de recursos

9 Ideologia de género (*)

10 Biossegurança

11 – 11 de Setembro

12 – Viagens à lua; conquista do espaço

13 – Heliocentrismo

14 – Teoria da evolução (darwinismo)

15 – Cidadania global (em detrimento da identidade local)

16 – Imagem depreciativa e culpabilização apontada a figuras políticas aparentemente menos permeáveis às directrizes globais

17 – 25 de Abril 1974

18 – Energia/ameaça nuclear

19 – Indústria verde

20 Geoengenharia solar – químicos pulverizados na atmosfera, por aviões, para, supostamente, filtrar radiação do sol.

21 – Reprovação intensiva dos efeitos da exposição solar.

22 – Morte de certas figuras influentes (não conformadas) – causas ou veracidade do falecimento

– Et cetera


1* A versão propagandeada em torno da dinâmica climática tem sido suportada por fundos investidos no (a)condicionamento da investigação. As candidaturas a apoios, bolsas ou financiamento de projectos que se dizem científicos, têm de obedecer a directrizes pré-acordadas. O contrário resulta em não elegibilidade. A disseminação do mito climatológico nasceu no tempo da Margaret Thatcher, que quis promover outras energias quando a indústria do carvão lhe fugiu do controle. A versão dos especialistas independentes pode ser encontrada na secção de fontes deste site.

Quais os propósitos de uma narrativa desviante?

  • Alimentar ou incentivar uma indústria – falaciosamente designada “verde” – que move muitos negócios e dinheiro. É muito caro fazer tudo o que alegam ser necessário.

  • Obstáculos à venda e aquisição de certos bens, até à extinção do que, alegadamente, não é “ecológico”. O que é eléctrico, que seja adquirido ao preço que for, com as condicionantes, manutenção e avarias que tiver. O aluguer torna-se alternativa ao já mencionado estrangulamento da propriedade privada.

  • Limitar a mobilidade através de restrições à circulação (exemplo do projecto ‘cidade de 15 minutos’).

  • Gerar penalizações, como expropriação – retirada de propriedade.

  • Promover a transição digital e o controle fácil e amplificado, à distância.

  • Justificar rastos químicos pulverizados na atmosfera, por geoengenharia. Estes interferem na composição da mesma, bem como na ocorrência de fenómenos naturais e nos benefícios essenciais para a saúde, provenientes da radiação natural.

  • Ideia de caos e de fragilidade – desempoderamento – ânsia por salvadores a quem delegamos discernimento e responsabilidade.

  • Imagem de finitude de recursos / escassez.

  • Vibrações baixas de medo e culpa.

  • Condenar mais um bem essencial na Natureza – o CO2 – invertendo as leis naturais e desenraizando.

  • Anular a confiança na própria intuição ou instinto.

  • Alterar o sistema de desenvolvimento natural de alimentos, com invenção empresarial de proteínas novas, cultivadas em laboratório, sob justificação falaciosa de que o sintético é sustentável. A condução de uma redução ou eliminação de animais e um aumento de substitutos altamente processados, gera menos estrume e dá lugar a fertilizantes artificiais. O corte da produção regional aumenta a dependência de multinacionais.

  • Justificar mais medidas de controle – extinção do papel (dinheiro físico); medidas sanitárias (clima & saúde); etc.

  • Predispor para a submissão.

Relembramos que fundamentação detalhada independente pode ser consultada na secção “fontes“. O que se aplica a vários temas mencionados nos conteúdos do site.


4* Sobre as vacinas, “esqueceram-se” de expor claramente a toda a população, para legítimo consentimento informado, uma série de coisas:

  • Principais causas de diminuição de mortalidade por doenças infeccionas, alvo de estudos científicos que não enaltecem as vacinas; Os respectivos gráficos e dinâmicas temporais;

  • Correlações e causalidades transparentes;

  • Dados correctos sobre letalidade e gravidade das doenças;

  • Os componentes tóxicos presentes na composição e grau de toxicidade;

  • Os riscos; As reacções adversas; Sequelas de carácter não imediato, que camuflam a raiz da sintomatologia; Registo e estatística destes dados;

  • Os danos escondidos ou menos óbvios;

  • As consequências implicadas no aumento de doses, nas combinações e mais recentemente, na tecnologia mRNA;

  • O carácter experimental de muitos procedimentos ou produtos;

  • A isenção de responsabilidade dos fabricantes; O nível de sigilo empresarial acerca de dados; Os lucros;

  • As teorias ou conclusões científicas independentes sobre vírus e o fenómeno de “contágio”;

  • Os nomes, obras literárias e testemunho dos inúmeros especialistas que divergem da narrativa mediatizada e instituída;

  • A interferência nefasta dos compostos no desenvolvimento do sistema imunitário, sobretudo em bebés;

  • A quantidade de famílias saudáveis que opta pela não vacinação;

  • As associações para defesa de lesados e para a sensibilização informativa;

  • A importância do consentimento informado e explicação detalhada sobre como deverá ser um formulário completo;

  • As opções de liberdade de escolha responsável – substituídas por coacção ou procedimentos não autorizados;

  • A falta de averiguação sobre o grau de conhecimento das pessoas em relação ao que se injecta no organismo;

  • O direito à não discriminação; Direitos fundamentais;

  • Informação científica sobre quem contamina quem;

  • Estudos fidedignos que comparem a saúde de amostras significativas de ambos os lados;

  • Como realmente funciona a imunidade e que vantagens tem a natural;

  • De onde vem a teoria “imunidade de grupo” (mais um jargão de marketing), como é que esta foi catapultada para o tema das vacinas e que falácias e paradoxos existem.

Os pontos anteriores, ainda assim, constituem uma primeira mas não completa desconstrução. Se mergulharmos na rentável cortina industrial que é a Teoria dos Germes e do Contágio, muito mais há para desvendar e desmentir. A Teoria do Terreno (Antoine Béchamp, químico e biólogo), a Psicossomática, a Física Quântica, a Nova Medicina Germânica (Dr. Ryke Hamer, médico e cientista) são importantes portais de conhecimento científico validado mas negligenciado ou descredibilizado pelo seu grau de inconveniência ao status quo. No separador de fontes deste site é possível adentrá-los.

“Estar no local do crime não significa ser o criminoso.” Isto é uma premissa constantemente desrespeitada no estabelecimento de relações de causalidade científica que, deste modo, perdem o rigor para derivarem em associações ou nexos rentáveis. Tais versões enganosas tornam-se comerciais. Da mesma forma, deveria aplicar-se o princípio de que “estar no local da cura não significa ser o curador”.

Outra situação curiosa, é que a generalidade da população acrítica e defensora destas injecções, enquanto diz que acredita na ciência, nunca estudou minimamente o assunto. Já pelo contrário, os que optam por fazê-lo, tornam-se críticos e quanto mais aprofundam, mais as rejeitam. O que é que isto sugere?


5* Cancro é o foco temático a partir do qual foi desenvolvida a Nova Medicina Germânica, sustentada por médicos e cientistas que nas suas investigações obtiveram provas irrefutáveis, materializadas em mais de 40.000 TACs. A desinformação para as massas nega as evidências, apesar de o Dr. Ryke Hamer ter ganho em tribunal todos os processos, tal é a consistência ou coerência das conclusões. A Liga Suíça do Cancro validou todos os estudos e provas, tendo cedido mais tarde ao lobby farmacêutico. Segundo a reveladora análise médica acima referida, os tumores são sempre massas regenerativas ou programas biológicos de cura e não erros do corpo ou doenças malignas. Estes surgem na sequência de processos de activação e cura de conflictos internos, como resposta adaptativa e regeneradora, que desaparece por si. O risco de morte e necessidade de intervenção apenas ocorre em casos particulares, derivado da antiguidade e intensidade do conflicto e possível expansão exacerbada da massa reparadora, após resolução. De acordo com este olhar da ciência, o organismo desenvolve e extingue naturalmente tumores ao longo da vida, sem que a pessoa se aperceba. A abordagem mostrou-se extensiva à generalidade da sintomatologia a que nos habituámos a designar de doença. A qual espelha o mesmo que foi explicado anteriormente – reacção, cura, limpeza, regeneração decorrentes de conflictos. O assunto é profundo e demasiadamente rico para ser resumido, pelo que esta introdução é desenvolvida nos conteúdos apresentados no separador ‘Fontes’ deste site.


9* Propósitos da narrativa “ideologia de género”:

  • Ambiguação e esterilização da natureza polar homem-mulher (yin yang).

  • Alteração das figuras referência feminina e masculina.

  • Travagem da investigação e do desenvolvimento de terapia incidente sobre as causas da disforia de género, incongruência de género ou homossexualidade. Normalização de bloqueios, compensações ou vazios, evitando a consciência da raiz e o processo evolutivo, integrativo, gerador de verdadeiro bem-estar e paz interior.

  • Propagação de vulnerabilidade e doença física e mental (as estatísticas falam).

  • Caos interno. Arrependimentos. Depressões. Suicídios.

  • Redução da natalidade.

Ao esquecermos quantos princípios e leis universais emergem de pares de polos, estamos perante mais uma forma de alienação, desenraizamento, apagamento de referenciais arquetípicos da manifestação. No intuito de anular a identidade ou o âmago humano, uma fonte de poder elevado. Quanto maior a distância ou desvio do ser em relação ao seu centro, maior a permeabilidade a influências nocivas externas. Mais fácil a governação por outrem.

Esta perspectiva não carrega, necessariamente, preconceito. Ela possibilita lidar, sem julgamento, com orientações sexuais diferentes da própria. Isso é uma coisa, diferente de outra que consiste em: normalizar; promover intensivamente; negligenciar a raiz; inventar infinitas orientações ou identidades; permitir operações cada vez mais precoces, fechando os olhos aos inúmeros casos de arrependimento existentes, com outras sequelas. As escolas foram politizadas com procedimentos e conteúdos curriculares que respondem a esta agenda. Injecta-se desinformação no ensino e conduz-se para a confusão e ambiguação. A grelha mediática está impregnada.

A investigação que associa a incongruência de género a lacunas no desenvolvimento ou bloqueios desarmonizadores, é cortada. Juntamente, vem a falta de avanços no trabalho terapêutico que pode ser feito no sentido de reestabeleer a dinâmica ou equilíbrio polar. Vale lembrar que cada indivíduo contém em si energia masculina e feminina, simplesmente evidenciadas em proporções distintas. Muitas pessoas heterossexuais também têm questões por resolver, feridas, traumas a esse nível. Ir ao encontro da semente primordial pode significar um caminho de descondicionamento libertador e pacificante.

Da mesma forma, não se fala honestamente ou não se age responsavelmente sobre os disruptores ou desreguladores endócrinos, presentes em inúmeros produtos consumíveis industralizados, nos quais se incluem cosméticos, protectores solares, artigos de higiene. Este parece ser outro assunto arquivado.

Meios utilizados para influenciar, massificar e concretizar

1 – Promoção de Medo e de Culpa. Corte na auto-confiança, desde a escola. Sem esta ligada ao amor próprio, perde-se a capacidade de nos perguntarmos: “Isto faz-me bem?” Quem está alarmado, em dívida ou pouco confiante, pede condução, delega responsabilidade.

2 – Hiperestimulação, aceleramento, habituação ao instantâneo ou imediato, desvitalizando e mecanizando. (*)

3 – Meios de comunicação social (media), censura, propaganda, algoritmos vs visibilidade. Ainda assim, há jornalistas, pivots de TV, comentadores, produtores, locutores de rádio, que rompem com os guiões. (*)

4 – Descredibilização ou desonra dos denunciantes. (*)

5 – Descredibilização de medicinas ancestrais.

6 – Financiamento – corrompe-se ciência, a educação (conteúdos curriculares), a História, jornalismo, cultura, etc.

7 – Religiões ou alienação e distorção da espiritualidade.

8 – Transição Digital – poder exercido remotamente; acesso a informação pessoal; perda de privacidade; hacking (assalto informático); congelamento ou esvaziamento de contas; alienação; substituição do corpo e cérebro; danos físicos, mentais, emocionais, energéticos.

9 – Programação NeuroLinguística (PNL).

10 – “Educação” sexual precoce; sexualização das crianças.

11 – Infantilização do adulto que entrega a responsabilidade ao governo-pai e a digestão de informação aos media.

12 – Ambientalismo de sala e ecrã.

13 – Feminismo radical (vulnerabilização da família).

14 – Acordo internacional sobre prevenção e preparação para pandemias. O Tratado OMS traz novos decretos alegadamente legitimadores de medidas mais restrictivas. Que países vão abraçá-lo?

15 – Programação preditiva – habituação prévia a uma ideia, para ser socialmente aceite quando materializada.

16 – Biotecnologia.

17 – “Dividir para reinar”. Criação de partidos e maledicência efusiva. Policiamento e denúncia entre civis. (*)

18 – Suporte incondicional à imigração – estrangeiros recebem subsídios, isenções e outras regalias ou facilidades que os locais não têm. (*)

19 – Retirada da propriedade privada à população.

20 – Fomento ou simulação de conflictos, com apoio institucional, incluindo da ONU.

21 – Biometria / dados biométricos: captação das propriedades únicas individuais para verificação automática da identidade à distância. Reconhecimento facial, de voz, de padrões da retina ou íris, etc. Movimentos oculares podem ser monitorizados com câmeras de alta resolução.

22 – Manobras de distracção do povo. (*)

23 – Bodes expiatórios – alguém ou algo leva a culpa, enquanto a verdadeira causa do problema permanece escondida.

24 – Congelamentos de verba em contraste com injecções ou criação de moeda para áreas específicas, criando escassez numas e alavancando outras.

25 – Controle por sistema de penalização vs recompensa. Perante oferta, o indivíduo passa a ser o produto, a indústria não está a servi-lo, ele é que passa a servir os propósitos da indústria.

26 – Destruição de pilares: família; identidade local/cultural; direito; espiritualidade.

27 – Empobrecimento de sectores mais artesanais e independentes: pesca, agricultura e pecuária; pequeno comércio; artes.

28 – Instrumentalização do desapego: “Não terás nada e serás feliz.” – slogan do Fórum Económico Mundial.

29 – Indústria de dados – uma das mais rentáveis. Informações sobre as pessoas são vendidas entre empresas ou entidades governamentais. (*)

30 – Manipulação de fenómenos naturais. Exemplos: Geoengenharia – pulverização atmosférica. Projectos de processamento ionosférico (HAARP).

31 – Figuras mediáticas. Arte. Cultura. (*)

32 – Linguagem emocional. Valores e princípios adoçam directivas. (*)

33 – Desreguladores endócrinos nos cosméticos, produtos de higiene, protectores solares.

34 – Contaminação e intoxicação corporal através de aditivos alimentares e fármacos.

– Et cetera.


*2 –
Sobre a hiperestimulação, o imediatismo, o aceleramento, desvitalizantes e mecanizadores…
O excesso de actividades oprime. O excesso de estímulos desorganiza. Este é um princípio pedagógico. Escutamos os nossos pensamentos quando estamos calmos ou em silêncio. Os conflictos internos e externos, bem mergulhados e geridos, têm a utilidade de nos permitir descobrir-nos, incluindo as nossas necessidades. Se andamos acelerados ou afogados em impulsos informativos, a escuta interna, o espaço de auto-conhecimento, reflexão, intuição e questionamento desaparece.

*3 – Apesar de parecer que as notícias vêm de fontes diversas, a maior parte das internacionais vem de umas poucas que se repetem. As agências mais abrangentes ou maiores, fundamentais para a disseminação global, são a Reuters, a Associated Press e a Agence France-Presse. Além de algumas outras também notáveis como a EFE e a Bloomberg. São estes epicentros que enviam despachos para milhares de jornais, televisões e sites. A maior parte dos media não investiga no terreno, compra a notícia feita. Mantém-se o conteúdo, ajeita-se aqui e ali, muda-se o título. Na secção internacional de um jornal é possível constatar nomes. Estes e outros nacionais são subsidiados pelos sectores empresariais dos Estados, subalternos de outras empresas. A generalidade das estações mediáticas recebe ou faz-se depender deste financiamento. Os meios e os profissionais que recusam apoios ou certos vínculos, argumentam que preferem a liberdade de expressão e apontam a falta de transparência.

*4 – Sobre a desonra de denunciantes…
Expressões inteligentes são pensadas para servir uma programação neurolinguística. Disseminam-se termos criados por entidades especializadas, como o famoso “teorias da conspiração”, para apelidar de modo depreciativo os questionamentos. Já da nossa perspectiva, seria mais construtivo chamá-las “teorias da coincidência”. Outra técnica de descredibilização, entre tantas, é usar adjectivos como “fascistas”, “extrema direita”, “xenófobos”, “homofóbicos”, “racistas” e não sei quantas coisas mais, a quem coloca em causa as máximas da Agenda 2030 da ONU – uma organização recheada de incoerências.

*17 e 22 – Sobre divisões e manobras de distracção…
A zanga acusatória e a falta de foco sabiamente direccionado, andam juntos. Enquanto nos dividimos, dispersamos energia e perdemos a orientação. As disputas partidárias, o antagonismo direita/esquerda, as guerras e inimigos públicos, são exemplos de facções e choques que tantas vezes não passam de ilusionismo, quando nos bastidores se dinamizam uniões, parcerias ou hierarquias obedecidas.

*18 – Sobre a imigração massiva ilimitada e regalias oferecidas…
Esta assenta numa cultura de culpa. A descaracterização da identidade ocidental e local é promovida com a crença de sermos maus se não socorrermos todos. Como queremos integrar conscientemente quando seguimos a grande velocidade mas sem direcção? Como manter a estrutura com condições? Será que o objectivo é arrasar com ela e encaminhar para o caos? Expansividade sem organização dá desordem. Assiste-se à descaracterização de raízes e a um impacto de alma. Não é necessário trancar portas nem desconfiar de todos mas é indispensável criar pontes seguras, acolher sem dissolver. Agendas antigas são responsáveis pelas discrepâncias de condições de vida no mundo, pelas guerras, por fluxos migratórios. Nada disto é casual. Quem é que genuinamente quer largar as raízes? A percentagem é bastante inferior à dos que são conduzidos a sair. Temos um sistema viciado, que prejudica portugueses e estrangeiros. Não há discriminação. Contudo é preciso identificar problemas e falar sem medo de ofender, sem susceptibilidades. O erro não é de quem vem, é de quem deixa entrar sem escrutínio, integração, planeamento ou limites. A fantasia dos ódios é propaganda da TV para desviar do questionamento. Imigrantes trabalham por menos porquê? Porque o Estado dá alojamento, mais subsídios que permitem não depender de salário para sobreviver. Muitas pessoas atentas testemunham que os horários de trabalho mascaram uma taxa de esforço reduzida, equivalendo a muito menos horas. Há umas décadas, certas labutas valiam muito mais que o salário mínimo. Agora é económico colocar imigrantes, ilegais ou não. Só não há mão-de-obra local quando se paga miseravelmente. A situação é cómoda porque o contrário implicaria aumentar o poder de compra. Menos exigente é corromper os sectores primários. Além disto, apoios, isenções, redução de critérios, permitem que um estrangeiro empreenda e mantenha negócios que os portugueses não conseguem sustentar face a exigências superiores. Aparecem estabelecimentos alóctones por todo o lado, enquanto os tradicionais se extinguem. Muitos nativos partem por causa da perpetuação da precariedade alimentada nestas políticas. E quantos imigrantes estão ilegais ou sem servir o colectivo, bebendo dos serviços? Já nem temos SEF.


*29 – Sobre a indústria de dados…
Quem sabe mais, hoje em dia, sobre nós mesmos? Ou pretende saber. Nós ou entidades externas? Quem é que tem agendas sobre o futuro a médio e longo prazo? Para que servem todos os dados, todo o rastreio sobre a população? Sabemos como funciona o marketing, que utiliza estes dados. Para quê? Para influenciar o público estrategicamente ou, por outras palavras, utilizando a manipulação. E as grandes agências de inteligência ou informação, que nos monitorizam, estando ligadas aos centros de governação, fazem-no com que finalidade? Porque é que a indústria de dados ocupa o pódio dos gigantes mais lucrativos? Quem e o que é que esta beneficia?

*31 – Sobre figuras mediáticas, arte e cultura…
Inúmeras caras públicas, como actores e músicos que ganham notoriedade internacional ou têm muito potencial, caem em contractos que os comprometem a seguir directrizes das agências corporativas. Com o tempo, muitos percebem a coacção e o enredo de influências que estão a servir, entrando em conflicto interno. Surgem depressões, suicídios, ameaças, mortes extremamente suspeitas (coincidentes) atribuídas a acidente ou doença, bem como investimento mediático no descrédito de certas vozes. Porém e felizmente, ocorrem várias emancipações e denúncias sem consequências irreversíveis ou dramáticas. Se andarmos de olho aberto, encontramos celebridades que, por entre os pingos da chuva, vão ou foram revelando o equacionável para elas. Exemplos internacionais: Jim Carrey; Bob Dylan; Mel Gibson; Russell Brand; Michael Jackson; Stanley Kubrick; George Orwell; Rudolf Steiner; Eric Clapton; Roger Waters; Sting; Woody Harrelson; Brandon Boyd (Incubus); PJ Harvey; M.I.A.; Tom Morello (Rage A.M.); Thurston Moore (Sonic Youth); Till Lindemann (Rammstein); Anthony Kiedis (Red Hot C.P.); Morrissey (ex-The Smiths); Matt Bellamy (Muse); Charlie Chaplin; Noam Chomsky; Erich Fromm; Olavo de Carvalho; Fernando Meirelles; Jamey Jasta (Hatebreed); Jordan Peterson; Rob Schneider; Pamela Anderson; Robert F. Kennedy Jr; Prince; Justin Bieber; Kanye West; Elizangela; Regina Duarte; Bruna Lombardi; Chris Cuomo; Tucker Carlson; Del Bigtree; Neil Oliver; Candace Owens; Robert Fico; Mia Couto; etc. Exemplos Nacionais: Gustavo Santos; Wanda Stuart; Cristiano Ronaldo e família; Adelaide Ferreira; Mila Ferreira; Sandra Celas; Paulo Matos; David Fonseca; Fernando Ribeiro (Moonspell); Manuel João Vieira (Ena Pá 2000); Capicua; Marina Mota; Raquel Varela; Joana Amaral Dias; Tiago Dores (gato fedorento); Santana Castilho; Maria José Morgado; José Saramago; Lena D’ Água; Carlos Fino; José Gomes Ferreira; etc. Incluindo outros que circulam discretamente dentro da massa crítica mas não expõem a sua posição publicamente, pelo que optamos por respeitar e não revelar.

*32 – Sobre a linguagem emocional que apela a valores e princípios…
As pessoas abdicam da liberdade, de constituir família, de amar a sua terra, a sua identificação cultural, costumes, tudo em prol de um projecto global. Graças a uma necessidade de pertencer a algo maior, a causas humanitárias ou missões. Num mundo acelerado e superficializante, as pessoas perdem o significado para a vida e querem arranjá-lo, fazer parte de um plano de salvação. Para se sentirem bem consigo. A comunicação social é estratégica, conhece os pontos fracos e os gatilhos, apontando para o sensacionalismo que comove.

Alguns agentes e agências

Famílias da aristocracia judaica sionista; família Rockefeller; família Rothschild; realeza britânica; realeza sueca; outras famílias reais; família Morgan; família Farnese; família Orsini; sociedades secretas; Vaticano; FMI; grupo Bilderberg; ONU; OMS; Fórum Económico Mundial; NATO; CIA; Fundação Bill & Melinda Gates; Anthony Fauci; Elon Musk; Mark Zuckerberg; George Soros; BlackRock; Larry Fink; Goldman Sachs; banca; família Ford; Francisco Pinto Balsemão; Marcelo Rebelo de Sousa; Durão Barroso; António Guterres; António Costa; etc.

O que é o Fórum Económico Mundial? Uma das principais entidades que regulamenta o que vai passar-se no mundo e cujos constituintes não são eleitos democraticamente. Num fórum convida-se quem se quer. Assim como acontece na ONU ou em qualquer organização onde está centralizado poder. As decisões são unilaterais. A OMS está a colocar-se, cada vez mais, acima das legislações nacionais, através de tratados internacionais. Nada passa por consulta pública ou sequer é noticiado. As farmacêuticas exigem e exercem sigilo sobre os seus dados, sobre estatística de resultados e consequências. Bem como estabelecem acordos que asseguram a sua inimputabilidade. Tanta falta de transparência, tanto ocultismo, tanta sombra, é o suficiente para gerar questões.

Entre os elementos mencionados existe uma hierarquia, não estando estes todos no cimo do aspirado império. Já é quase senso comum, por exemplo, que os poderes económicos é que gerem a política e não o contrário. A maior parte dos políticos é marioneta, comparado com certas organizações que, por sua vez, obedecem às famílias. Estas, ao longo dos séculos, chegam a mudar de sobrenome para não ficar rasto. De onde virá o título “nobreza negra” (black nobility)?.. Diante do obscurantismo, é possível que não estejam aqui os que ocupam o topo da pirâmide.

Soluções para a coexistência livre - exemplos

1 – Lei Natural ; direito positivo; common law (direito comum)
2 – Elaboração de documentos refractários
3 – Análise por microscopia de campo escuro – ver abaixo *
4 – Exame por termografia
5 – Biofeedback, biorressonância, medicina quântica
6 – Biomagnetismo
7 – Protocolos de desintoxicação (nomeadamente das injecções) – ver abaixo *
8 – Parto humanizado; plano de parto; doulas; parteiras especializadas; conselheiras em aleitamento
9 – Moeda livre – exemplo Juna (sem especulação, sem conversão, não é criptomoeda)
10 – Ouro e prata
11 – Fisioterapia ocular
12 – Medicina dentária integrativa
13 – Medicina Germânica, Medicina Chinesa, Medicina Ayurveda, Naturopatia, Osteopatia, entre outras medicinas e terapias naturais
14 – Psicoterapia transpessoal
15 – Técnicas de desprogramação mental
16 – Práticas de protecção face a radiação artificial
17 – Pensos de nicotina para minimizar danos causados pelas injecções
18 – Ozonoterapia
19 – Zeolita; dióxido de cloro; lugol; prata coloidal e outros suplementos
20 – Resgate de produtos orgânicos
21 – Gestão e soberania local, regionalização em detrimento da globalização
22 – Cooperativas
23 – Escolas e pedagogias alternativas ao ensino convencional
24 – Hábitos e estilos de vida saudáveis
25 – Meditação, yoga, entre outras práticas regenerativas e de expansão de consciência

Et cetera


3 e 7* – Na procura de soluções para os desafios que vemos, incluímos as consequências nefastas das injecções introduzidas a partir do final de 2020, cuja tecnologia ainda não havia sido utilizada em humanos. Recolhemos contactos de profissionais que realizam exames de sangue específicos – microscopia de campo escuro. Os quais possibilitam observar os componentes sanguíneos, alterações de composição e, da mesma forma, monitorizar a evolução perante um processo orientado de desintoxicação. A larga maioria da Rede recusou atempadamente a propaganda e a abordagem coerciva, permanecendo ilesa. Porém, movemos esforços para ajudar qualquer Ser que precise ou tenha cedido algures no tempo.

Contacto

contacto@redesuporte.com

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