Conexão, alegria e inspiração para aqueles que emergem da caverna da ficção.
Quem somos
Propósito
Iniciamos esta contextualização dando algum seguimento à frase de cabeçalho. Nomeadamente, num gesto de atenção para com aqueles que possam desconhecer a riqueza da ‘alegoria da caverna’, escrita por Platão. Lembramos que existem breves descrições da mesma, facilmente acessíveis a quem sentir interesse. O filme “A educação proibida” tem uma boa ilustração (clica).
A Rede Suporte nasceu em 2021, durante o episódio que levemente podemos apelidar de ‘pandemónio’. Os integrantes apresentam um denominador comum que deu origem à sua agregação, avaliando a respectiva narrativa e inúmeras outras oficializadas pelos governos e seus assessores, os media, como questionáveis. É aqui que fazemos a ponte com a ‘caverna’, uma situação intemporal que vai muito além do pretexto que nos uniu e catalisou como percurso.
Pretendemos ser um círculo curador em empatia e construção. Tal como em projectos de amparo, criamos uma egrégora de elementos que se apoiam ao gerarem um sentimento de confiança. Todos sabem que aqui se fala numa mesma língua, passam todos pelo sentimento e/ou desafio de serem diferentes da norma, de seguirem fora da corrente. Desta forma, sentimos que temos um lugar de pertença e que somos mundo, ao percebermos que afinal há muitos iguais a nós. Isso traz paz ao coração, força, alegria. Transmuta tristezas, zangas e inseguranças.
A história “O rei vai nu” espelha bem o fenómeno com o qual nos deparamos. Posto isto, o nosso intuito é agregar e desencobrir a enorme parcela “escondida” de quem vê uma determinada paisagem. Em vez de forçar viagens ou martelar para destruir um sistema.
Vários elementos, ao partilharem o seu testemunho, revelam que a rede está a cumprir um propósito. O suporte trouxe pessoas mais leves, que entendem ser desnecessário construir uma realidade nova porque aquela que consideram saudável já existe, basta estarmos juntos. Agregados podemos fazer alguma coisa, ficamos empoderados, descobrimos soluções. Quando estamos seguros, cientes dos nossos direitos, responsabilidades e das possibilidades de escolha consciente e informada, o impacto ou sucesso da nossa atitude e comportamento aumenta consideravelmente. O lugar interno a partir do qual damos um passo, faz toda a diferença.
O propósito da Rede Suporte é maior do que derrubar, cobrar em zanga ou evangelizar. O desígnio é unir quem já vê as coisas de uma certa perspectiva, expandindo, apoiando, fortalecendo, inspirando e demarcando o espaço da coexistência livre. O caminho é construir, ter um foco próprio, em vez de distrair a atenção no indesejado para tentar corrigir uma máquina.
De um ponto de vista mais amplo, o exterior é algo que orienta para o interior. Porque não dá outra hipótese. A lição é sempre começar a transformação por nós, aprendendo como lidar com o mundo. Enquanto não percebermos, este vai parecer desconfortável.
A atitude que veste o projecto quer-se pedagógica, através de uma educação pelo exemplo. Não pela sobreposição, injecção informativa ou insistência. Ora, só inspira aquilo que pode ser percepcionado e por isso abrimos esta janela.
É pertinente lembrarmos que muitos fecham portas de questionamento porque a única referência que têm de um questionador é a emitida pelos media ou o comportamento pouco convidativo deste ou daquele amigo disruptivo. Sabemos que há, realmente, muitos cuja vibração é tudo menos apelativa. Perante estas circunstâncias, a abertura para informação isenta (de obrigações subsidiadas) pode ser dificultada pela imagem que cada um cria acerca de quem já abriu. Associam-nos frequentemente a registos agressivos, revoltados, deprimidos, isolados, maluquinhos, ignorantes, sem conhecimentos ou educação, idealistas alienados e impotentes. Pois há quem pense: “não posso fazer nada, mais vale nem saber.”
Quem se rege pela norma, conhece a realidade propagandeada e muitas vezes não tem contacto próximo com outras. Caso saiba que existem, correntemente as vê como longínquas, outra dimensão. Uma intenção, ao deixar à vista a ponta do nosso iceberg, é desconstruir ideias estereotipadas, sobre quem caminha fora da norma, possibilitando ver que a realidade saudável existe, está perto e é feita de seres que riem. Nela há mais harmonia que desorientação, mais paz que ansiedade, mais leveza que peso, mais amor que zanga. É possível ver que esta gente encontra soluções, não decaiu em problemas, não são eremitas desencaixados, fazem inúmeras actividades interessantes e divertidas, falam de temas construtivos, não passam a vida a lamentar, a acusar ou a picar miolos.
Um modo de estar digno, harmoniosamente integrado, desapegado de expectativas sobre o outro, é muito mais contagiante e abre portas para a curiosidade sem medos. Ao mesmo tempo, demarcamos a nossa pegada, o espaço que ocupamos, inspirando a uma coexistência livre.
O que nos faz "realidade"?
Sendo que a realidade que cada um vive, faz-se em grande parte das interacções e pessoas que o rodeiam, se formos mais atentos à criação de egrégoras, cocriamos a realidade que desejamos, vivendo nela, cercados das vibrações com as quais nos identificamos. Em vez de andarmos zangados na vitimização, a apontar o dedo à realidade que não desejamos.
Existe uma frase feita que associa ignorância a felicidade. A nós, a consciência, o conhecimento, a sabedoria, traz uma liberdade interna que só quem a vive pode saber do que se trata. Quando se toca nela, não dá para voltar atrás. Quando passamos certos véus, não dá para fingir que não vemos. Seja pelas portas que abrem na direcção de nós mesmos, seja pela expansão do discernimento sobre o exterior.
A propósito, aqui está uma boa oportunidade para citar Clara Queiroz – geneticista, professora, investigadora do Centro de Filosofia das Ciências. Numa reportagem da RTP, disse: “Há um grande desconhecimento do que é que faz mover a ciência. Quem está metido nela, deve tentar mostrar às pessoas. Há poderes económicos fortíssimos por trás das ciências. As farmacêuticas, por exemplo. A certa altura, uma pessoa que está lá dentro e que tem uns olhos habituados a criticar o mundo que a rodeia, começa a ver isso com uma nitidez enorme, não é?”
Na mesma entrevista, Clara disse ainda que, ao estar na comissão científica de uma exposição sobre livros de mulheres do séc. XX, apercebeu-se da barbaridade: de como estas foram afastadas, apagadas, “postas no buraco”. Gesticulando como se usasse uma borracha, reforçava, sorrindo: “Apagadas. Apagadas. Um apagamento como o das minhas assinaturas na faculdade.” Depois de ter comentado que os seus colegas, perante os artigos denunciadores que escrevia, a apelidavam de anti-ciência.
Tal como o brilho à volta de Clara denota, ver certas realidades ou faltas de transparência não é sinónimo de tristeza. A leveza com que ela diz estas coisas vem sempre com um sorriso. Provavelmente semeado nos jardins da sabedoria, na habilidade de integrar, ressignificar, sublimar. Também neste grupo, ao mesmo tempo que estamos atentos, vamos rindo, cantando, tocando, fomentando laços humanos e expandindo em qualidade.
É de salientar que o propósito do projecto não passa por impor uma perspectiva como única e absoluta. O conceito reside na liberdade e autonomização do pensamento, generosamente visando uma sensibilização e descentralização da informação, na consciência de que a nossa verdade não é necessariamente a de outros. Partimos do princípio que ninguém tem de acreditar naquilo que nós vemos. Caminhamos na boa fé de proporcionar, a quem interesse, diversas fontes abafadas pelo mediatismo institucional subsidiado, globalizado, centralizado, reservando a cada qual a capacidade de sentir, intuir, reflectir e fazer a sua própria síntese.
Não excluímos pessoas com base no seu passado, acolhendo quem, no presente, esteja alinhado com a nossa visão e propósito.
Origem – Era uma vez...
… Uma escalada sanitária, iniciada em 2020, que activou os cavalos selvagens do mundo inteiro. Até então menos expostos, estes não aguentaram mais tentativas de domesticação e ao revelarem-se, tornou-se oportuno reconhecerem um semelhante. Adicionalmente, máscaras começaram a cair para muitos dos que antes não as viam, tal foi o abanão. O brotar de movimentos nacionais e internacionais tornou-se e continua a ser uma realidade fértil que pede organização e visão a longo prazo.
Este grupo iniciou em 2021, com a ideia de dar às crianças cujas famílias divergiam do regime implementado, a possibilidade de interagirem num contexto mais saudável e livre do que o instituído na escola e noutros circuitos do dia-a-dia. A área da educação foi muito condicionada e os jovens sofreram bastante, chegando alguns a indignar-se com os pais que não alinhavam nas medidas.
Este projecto, na altura com uma dimensão muito menor, surgiu para oferecer aos miúdos referências harmoniosas e integradas, mostrando-lhes, também, que outros tinham contextos familiares idênticos e podiam interagir sem restrições. Para reduzir sentimentos de exclusão ou discriminação, para encontrarem possibilidades de fazer amigos com quem convivessem. Sabíamos como o envolvimento com os pares é determinante para a saúde mental.
Rapidamente a nossa ambição alargou-se para receber pessoas descondicionadas em geral, de confiança, com ou sem filhos. Saímos do virtual e da reactividade para o presencial e construtivo. Temos vindo a consolidar um mundo saudável, desejável, que desencadeie um contágio muito diferente do medo e da culpa. A expansão da consciência alastra, fortalece e regenera.
Pretende-se criar as condições necessárias à subsistência de redes ou comunidades locais que vivem de forma mais soberana. Assim possamos germinar em força, união e preparados para os desafios que se avizinham. Nutrimos o foco positivo num colectivo menos robótico, mais enraizado na pureza da ancestralidade, na verdade orgânica, na inteligência intuitiva e natural da mente sem ruído.
O que fazemos?
O projecto valoriza, acima de tudo, o contacto presencial e nesse sentido, vamos realizando encontros com diversas temáticas e dinâmicas. Entre as quais convivemos, brincamos, partilhamos, empoderamos, ao alargarmos conhecimentos, ensinamentos, perspectivas, horizontes de alternativas e soluções. Potenciamos a mobilização de recursos, serviços, assistência, num quadro de responsabilidade individual e partilhada.
Visamos a entreajuda, troca de saberes, de emoções e de ideias. Organizamos conversas, apresentações informativas, actividades práticas, vivenciais, momentos de contemplação, círculos de histórias pessoais, piqueniques, passeios caminhados, cantorias com instrumentos, etc. Procuramos que os espaços tenham condições para as crianças brincarem ou que estas possam integrar algumas experiências com os adultos, se o interesse despertar.
O que é vivo transforma, evolui no tempo. Uns anos depois do nascimento da rede, necessidades novas borbulharam. Os trânsitos vibracionais pediram que o processo da humanidade fosse organicamente integrado, acompanhado e suportado pelo nosso tecido como egrégora. Revelou-se desejável ligarmo-nos ainda mais consistentemente pelo coração, no caminho da profundidade e da inteligência emocional, com Sabedoria Universal, conectados a uma Consciência Subtil. O registo dos encontros abraçou mais assumidamente um propósito de alma, crescendo pelo lado humano. A grande evolução dá-se pelo resgate unificador da essência de cada um, em conexão com a Natureza, com o outro, em elevação metafísica.
Circulamos na zona da grande Lisboa e deslocamo-nos, por vezes, para outros distritos. Vamos tendo cada vez mais elementos que habitam zonas geograficamente distantes e que, mesmo não vindo, por hábito, aos encontros oficiais, estão integrados num registo menos físico e podem encontrar-se também com elementos da sua zona. A criação de uma plataforma online permite incluir estas pessoas.
Com o objectivo de dinamizar um sistema paralelo, constituído por homens e mulheres ‘fora da caixa’, quando procuramos algum produto ou ajuda ou esclarecimentos, utilizamos vias de comunicação interna onde encontramos apoio, contactos, referências.
A rede inclui especialistas num espectro multidisciplinar, desde áreas científicas na sua diversidade – como biologia, física, bioquímica, um conjunto de medicinas, enfermagem, farmácia – passando pelas áreas sociais – como direito ou economia – pelas da comunicação – como o jornalismo, publicidade, audiovisual, rádio, televisão – pelas artes – teatro, cinema, música, dança, literatura, arquitectura, ilustração – pela psicologia, pelas psicoterapias, pedagogias, ofícios diversificados, produção alimentar, etc, et cetera.
Criámos um website público, inspiracional, em complementaridade com uma secção reservada a membros, onde a busca e a troca ganham possibilidades e a informação fica sistematizada. Além de reunirmos bibliografia, conteúdos, documentos, estudos científicos, construindo um repositório independente, também temos uma vasta lista de contactos e perfis internos. Preferimos alimentar o ‘Manuel e o Zé’, ter o seu serviço ou ajuda, em vez do industrial.
Na procura de soluções para os desafios que vemos, incluímos as consequências nefastas das injecções introduzidas a partir do final de 2020, cuja tecnologia ainda não havia sido utilizada em humanos. Recolhemos contactos de profissionais que realizam exames de sangue específicos – microscopia de campo escuro. Os quais possibilitam observar os componentes sanguíneos, alterações de composição e, da mesma forma, monitorizar a evolução perante um processo orientado de desintoxicação. A larga maioria da Rede recusou atempadamente a propaganda e a abordagem coerciva, permanecendo ilesa. Porém, movemos esforços para ajudar qualquer Ser que precise ou tenha cedido algures no tempo.
Fase I - alguns encontros
– Cooperativa Minga
– Lei Comercial vs Lei Natural e sua aplicabilidade : desconstrução de enquadramentos jurídicos e soluções práticas para lidar com a norma coerciva, abuso de poder e extorsão normalizada ou socialmente aceite
– Juna – moeda livre : não é criptomoeda, não está sujeita a especulação nem é conversível
– Medicina Germânica
– Bioconstrução
– Ensino doméstico e outras alternativas pedagógicas
– Caminhando pelas plantas e suas propriedades
– Caminhadas com jogos e piquenique
– Terapêuticas e fórmulas não convencionais
– Radiação Electromagnética Artificial
– Ajudadas : por exemplo, apanha da azeitona
– Celebrações e aniversários
– Apresentação de outras redes e intercâmbio
– Danças tradicionais do mundo
– Chi kung
– Tantra: caminho interno individual; equilíbrio yin/yang e polaridade; romance e erotismo vs consumo e pornografia
– Guerra(s) e suas dinâmicas
– Psicoterapia transpessoal
– Viagens sonoras / cânticos
– Práticas Way of Council: comunicação não hierarquizada, cooperativa e autêntica
– Meditações
– (…) Et cetera
Mais temas...
– Sistemas de trocas
– Pedagogia social: modelos de organização grupal
– Exposição de obras de artistas da rede
– Inteligência Emocional: divergência, convergência e saúde dos movimentos colectivos
– Atenuação de danos causados pelas injecções; desintoxicação
– A arte das conservas naturais
– Alquimia da alimentação
– Alterações climáticas: desconstrução, esclarecimentos
– Piscinas bio. Nadar com os peixes.
– Acções de limpeza: praias, serras
– Artes de defesa pessoal
– Fisioterapia ocular: como abandonar os óculos
– Parto humanizado
– Recolha, limpeza e bancos de sementes
– Energias renováveis e autonomia de recursos
– O que é espiritualidade?
– Metais preciosos como moeda de troca
(…) Et cetera
Fase II - Actualmente
A metamorfose deste percurso em grupo deu asas a encontros cujas dinâmicas passaram a servir um rumo não diferente mas renovado, amadurecido e fortalecido. Sem exclusividade ou rigidez, continuamos a ter espaço para registos e temas diferenciados. Não obstante, passámos a focar mais: a arte da comunicação e expressão emocional; o exercício exploratório e contemplativo de fusão com a Natureza; as manualidades criativas e criadoras; o despertar dos sentidos; o brincar da criança interior; a troca e aproximação interpessoal; a expansão do coração e da mente superior, a fusão de ambos; a transcendência do plano material para o sublime; a libertação na comunhão com o segundo. O que se pretende é uma aproximação à pureza da essência.
Contacto
contacto@redesuporte.com